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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

O Gigante Egoísta

A peça "O Gigante Egoísta" inspirada na obra do mesmo nome de Oscar Wilde, permitiu-nos reproduzir um conto de fadas, trazendo-o para os dias de hoje. 
 Foram particularmente interessantes as cenas passadas no jardim do Gigante em que as crianças brincavam. Para o palco vieram algumas das brincadeiras que algumas crianças desconhecem ou pelo menos não praticam diariamente. A macaca, os jogos de palmas. O comer de uma maçã no intervalo de um jogo de bola. Uma conversa divertida. 
Nesta peça foram trabalhados aspetos relacionados com a indumentária de figuras como a chuva, o granizo, a neblina, o vento e o inverno. O seu comportamento e a sua essência foram desenvolvidas na expressão corporal de cada um.  Houve momentos verdadeiramente mágicos ao longo da representação. A Primavera materializou-se numa fada gentil e melodiosa.  O Outono teve uma presença forte na figura feminina que se impôs ao Gigante recusando dar-lhe uma peça de fruta, como castigo das suas atitudes prepotentes. O Gigante foi inspirador no seu porte e expressão ao longo da peça.  O desfecho mágico da história teve o seu momento de ternura inesquecível. Todos os alunos estiveram á altura das suas personagens e julgo que nunca mais esqueceram esta participação numa história fantástica que os aproximou de forma muito peculiar. 


terça-feira, 3 de outubro de 2017

O Cavaleiro da Dinamarca



  O Conto extraordinário "O Cavaleiro da Dinamarca",  escrito por Sophia de Mello Breyner foi trabalhado pelo clube de teatro no ano de 2006/2007 e foi representado de forma exemplar e pouco habitual, refiro-me ao uso de várias salas de aula que serviram de espaço de representação das várias cenas da história. Os alunos tiveram oportunidade de escolher o espaço para acompanharem o desenrolar da representação. Outros grupos acompanharam toda a sequência de cenas desde o início da história: a ceia de Natal em casa do cavaleiro, na Dinamarca  e a sua viagem em peregrinação até à Terra Santa, passando depois por Veneza, Florença, Génova e Antuérpia e o regresso à Dinamarca.   
Foi um trabalho de verdadeira relação pedagógica entre os vários elementos da escola: alunos, professores e assistentes operacionais. 
Seis professores aceitaram o desafio que lhes lancei e participaram na representação em conjunto com os alunos do clube. 


 O Texto de uma riqueza enorme, permitiu que se trabalhassem inúmeros conteúdos, contidos nos programas de todas as disciplinas. Um grande número de turmas trabalharam esses conteúdos e deram o seu contributo na apresentação da peça. A escola esteve em festa um dia escutando as palavras de Sophia e acompanhando o desabrochar de pequenos grandes atores que estiveram à altura da excelência do texto.  As fotos do evento foram tiradas na sua maioria por alunos do clube Multimédia, que espantaram quem as viu,  julgando tratar-se de trabalho de profissionais. Os professores e as assistentes operacionais envergaram trajes da época e integraram o elenco de alunos/atores de forma natural e envolvente.     







sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Tecto e a poesia


A FLORESTA E EU

 A poesia esteve sempre presente em todos os anos de vida do clube de teatro. Ela foi um elemento muito importante na formação de todos os alunos que frequentaram o clube. Existiram alunos que se destacaram pela sua sensibilidade e souberam dizê-la de forma comovente, forte e brilhante. 
 A peça "A FLORESTA E EU" teve a poesia como elemento de excelência, para falarmos da Floresta. Vários autores maiores da nossa poesia, fizeram-se ouvir nas vozes desses alunos.
 Conhecemos e vibrámos com poemas de  Sophia de Mello Breyner, Matilde Rosa Araújo, Eugénio de Andrade, Agostinho da Silva e Jorge Sousa Braga. 

COREOGRAFIAS em que a UNIÃO e o sentido da TERRA  como UM  BEM A PRESERVAR, foram um elo de união de todo o espetáculo.  



"A Floresta e eu"  foi o 3º espetáculo apresentado pelo clube Tecto,
no ano de 2005/06.  






terça-feira, 12 de setembro de 2017

Recordar

Olá 

A partir de hoje  o trabalho do Clube de Teatro Tecto irá aparecer aqui regularmente e umas quantas coisas mais.  Surpresa!

Peça apresentada na Escola E.B de Marvila no ano de 2005/06 
Texto dos alunos do clube e um conto tradicional 

    ******ESPAÇOS ***********************
  
 * O Corpo e o Espaço 
 *  Escola/ Espaço Habitado

 * Escola/ Espaço de Aprendizagem 


 * Espaço de Amor e Solidariedade




quinta-feira, 15 de junho de 2017

Já foi ! PIRILIPAMPOS!


 Os nossos artistas estavam um pouco nervosos e bloquearam nalgumas falas, só percebi  o que se passou, quando no fim fui surpreendida pela homenagem que tinham preparado para mim. 
 Presentearam-me com um ramo enorme de flores, que tive alguma dificuldade em manter só numa jarra, em minha casa. E umas quadras bem conseguidas, relativas ao trabalho do clube Tecto, no ativo desde 2003. 













A peça correu bem, tirando esses pequenos incidentes. 
 Estiveram particularmente bem:  a nossa aranha, a Sofia, a borboleta sorridente, a Tatiana, a Inês cheia de ritmo e calma. O Gonçalo de sorriso maroto, podia ter falado um pouco mais alto. Os outros todos deram o que conseguiram, com algum nervosismo á mistura.  Todos estão no meu coração e não se esqueçam que não existem preferidos, mas sim, existem alguns que trabalham com um pouco mais de persistência e isso no fim tem de ser reconhecido.




A Inês fez a narração do conto "O primeiro pirilampo do Mundo" de José Eduardo Agualusa 





 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Pirilampos



Quanta alegria, quando crianças vemos os pirilampos! As histórias que ouvimos sobre aqueles pequenos bichinhos cheios de luz que, no campo,  iluminam o chão de uma noite de Verão.






terça-feira, 25 de abril de 2017

Fitas do nosso contentamento














A reflexão, a concentração e a expressão corporal.

Criar, sentir e comunicar implica ser criativo, sensível e responsável. 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Trabalho




Estivemos em ponto de paragem, para descanso. Umas férias sabem sempre bem.
Algum trabalho já foi feito, outro está aí por fazer.
A dedicação de cada um faz a diferença num grupo que se quer unido e ativo. Vem aí o trabalho maior em que cada um vai mostrar que valeu a pena estarmos juntos.










Força aos que estão por aqui e aos que não podem aparecer 



domingo, 19 de fevereiro de 2017

As árvores e os livros


       


   As árvores e os livros

As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letra de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: “Floresta de zonas temperadas”.

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.


Poemas de Jorge Sousa Braga  em “ Herbário”







O meu caderno de folhas 

Tenho folhas lanceoladas,
lobadas, lineares,
redondas, sagitadas, 
elípticas,ovalares,
pilosas ou ciliadas,
filiformes,triangulares,
inteiriças,espatuladas,
em forma de coração.
E folhas A4 e A5, lisas ou quadriculadas.
Mas estas não são 
para aqui chamadas .
- Ou serão?



O Cogumelo 

Porque é que o cogumelo,
nunca tira o chapéu?
É porque não tem cabelo,
ou será porque tem medo,
que lhe caia em cima o céu?



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Adereços muito especiais


 Um anel mágico pode ser um adereço muito especial.
 Ele pode ser o motor de arranque para o início de uma história, para o desenrolar de uma ação, para refúgio de um tímido, para confidente alguém solitário. Muitas hipóteses podem ser colocadas e desenvolvidas. 
Aqui estão alguns exemplos de anéis mágicos.