quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Encontrar a luz

 
 Precisamos urgentemente encontrar de novo a luz.
 Alunos, professores, novos e velhos. Andamos todos muito cheios de notícias desagradáveis, de barulho demais, de grande ansiedade, de grande tristeza. Todos os dias olho com atenção para o rosto das pessoas com quem me cruzo na rua e não gosto do que vejo. Rostos pálidos, olhos tristes muitos com vestígios de choro, indiferença ou puro cansaço. Na escola na maioria dos dias o reflexo da inquietação que existe nas famílias se reflete no quotidiano dos alunos inquietos, desatentos, alienados. É um peso demasiado para quem quer passar o melhor da vida: o conhecimento, o prazer de aprender o despertar dos sentidos para o que há de belo na Natureza. Os professores com os seus problemas pessoais, sim, porque todos os temos,  têm todos os dias de fazer um esforço  brutal para ultrapassar tudo isso e ter essa força anímica especial, poucas vezes reconhecida, para transmitir a calma necessária para dar uma aula, diferente, única e útil para aqueles que deverão despertar para a vida e para o conhecimento de braços abertos e de sorrisos no rosto. Temos de procurar essa luz, urgentemente.   

sábado, 2 de fevereiro de 2013

KIKA

Vamos ouvir uma voz bem colocada . Uma linda menina que canta bem sim senhor! 

sábado, 19 de janeiro de 2013

Comunicar

Pois temos que comunicar uns com os outros e de preferência bem.
Os "AZEITONAS" fazem-no bem. 
 No teatro é muito importante a tal piscadela de olho que se dá, enquanto representamos, para que, ele público não deixe de nos acompanhar.



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Todos o conhecem ? ou será qe não?


Zé Povinho 


                                                  Este senhor é responsável pelo tal senhor chamado            
 Zé povinho.          
Rafael Bordal Pinheiro


QUANDO TUDO ACONTECEU...

1846: Nasce em Lisboa. - 1857: Nasce o irmão Columbano. - 1860: Inscreve-se no Conservatório. - 1861: Matricula-se pela 1ª vez na Academia de Belas Artes, Lisboa. - 1863: Amanuense na Câmara dos Pares. - 1866: Casa com Elvira Almeida. - 1867: Nasce o seu filho Manuel Augusto. - 1868:  Exposição no salão da Promotora; é-lhe recusada Bolsa para Roma. - 1870: Publica oCalcanhar de Aquiles. - 1871: Participação na Exposição Internacional de Madrid. - 1875: Cria a figura do “Zé Povinho. Parte para o Rio de Janeiro. - 1876: Morre a sua Mãe. - 1877: Lança o Psit!!! - 1878: Lança O Besouro. - 1879: Regressa a Lisboa. Lança oAntónio Maria. - 1880: Morre o seu Pai. - 1885: Começa o fabrico da louça artística das Caldas da Rainha. - 1888: Viaja pela Europa. - 1900: Lança A Paródia. - 1905: Morre em Lisboa.


                    Pois eu terei a partir de hoje alguma coisa a ver com a vossa peça de teatro.      

 Pois: 
"Vem aí o Zé das moscas"                                           












segunda-feira, 31 de dezembro de 2012