sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Quantas coisas já fizemos!
Teatro nosso, aqui num cantinho da escola de Marvila, quanta coisa já fizemos! Quantos sonhos partilhados, quantas alegrias vividas, quanto trabalho suado, quanta emoção! quanto nervosismo, quanta calma e alegria!
Com esta fada (2001), conseguimos uma vontade coletiva de criar um clube de teatro na escola.
Com a peça "Olha o Passarinho" de António Torrado, conhecemos alunos talentosos e a peça foi um sucesso.
Com o nosso Pedro o pinóquio
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Com "Espaços" cada cena teve o condão de nos prender, pela história, pelos personagens e pelos pequenos talentos que nos premiaram com a sua presença. Fala do homem do saco e de bruxa má tocaram fundo muitos gaiatos.
Um final com muito amor deu para falar durante muito tempo.
Na peça "O principe nabo" assistimos a desafios de conversa muito divertida, que mostraram a capacidade de improvisação, tão necessária no teatro. Ainda nos deliciamos com madame marquesa de Fanfarronade pelo talento da Mónica Mendes.

Com esta fada (2001), conseguimos uma vontade coletiva de criar um clube de teatro na escola.
Com a peça "Olha o Passarinho" de António Torrado, conhecemos alunos talentosos e a peça foi um sucesso.
Com o nosso Pedro o pinóquio
chegou a toda a escola e foi uma alegria
Com "a adivinha do Rei" a festa matou-nos a sede a todos e um rei muito louco proporcionou momentos hilariantes. .jpg)
Com "Espaços" cada cena teve o condão de nos prender, pela história, pelos personagens e pelos pequenos talentos que nos premiaram com a sua presença. Fala do homem do saco e de bruxa má tocaram fundo muitos gaiatos.
Um final com muito amor deu para falar durante muito tempo.
Na peça "O principe nabo" assistimos a desafios de conversa muito divertida, que mostraram a capacidade de improvisação, tão necessária no teatro. Ainda nos deliciamos com madame marquesa de Fanfarronade pelo talento da Mónica Mendes.
Com o cavaleiro da Dinamarca, viajámos por várias várias salas e corredores e envolvemos uma escola numa história maravilhosa.
Poderia ficar horas a escrever e mostrar momentos de todas as peças que nos têm envolvido em estudo, trabalho, beleza e alegria .
Todos os que nos têm acompanhado de perto sabem que o teatro está presente todos os dias, pela memória e criatividade que proporciona.
segunda-feira, 26 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Temos asas
anomamo girl holds aracari in Parima Tapirapeco National Park (Venezuela)
© Art Wolfe/Art Wolfe Stock
"Isabel: Tu não tens livros e nunca estiveste num colégio nem numa universidade , como é que sabes tantas coisas?
Anão: Bem, nós os anões, vivemos quinhentos anos e assim temos
tempo de ver muito, ouvir muito, pensar muito! E temos uma grande memória.
Quando somos novos, os velhos anões contam-nos tudo quanto viram, durante os
cinco séculos da sua existência. E também nos contam tudo quanto os pais deles
lhes ensinaram. Ora um anão quando ouve uma coisa fica a sabê-la de cor para
sempre. É por isso que eu te posso contar histórias que se passaram há mais de
mil anos. Além disso viajamos muito.
Isabel: como é que podes viajar? Com umas pernas tão pequenas?
Anão: Viajamos pelo mundo todo a cavalo nos pássaros. Nós somos grandes
amigos dos pássaros. E quando eles na Primavera e no Outono emigram em bandos
levam – nos com eles sempre que nós temos vontade de mudar de sítio ou de ir
ver o mundo. Eu já estive na Pérsia, no pólo norte na índia e fui com uma
cegonha branca desde a Alsácia até ao norte de África. È por isso que sei todas
as línguas da terra, as dos homens e as dos animais. Sei conversar com um turco
e sei conversar com uma perdiz. "
excerto do diálogo de Isabel e do anão da obra "a floresta" de Sophia de Mello Breyner
Asas
Nós nascemos para ter asas meus amigos.
Não se esqueçam de escrever por dentro do peito: nós nascemos para ter asas.
No entanto, em épocas remotas vieram com dedos pesados de ferrugem para gastar as nossas asas assim como se gastam tostões.
Cortaram-nos as asas como se fôssemos apenas operários obedientes, estudantes atenciosos, leitores ingénuos de notícias sensacionais, gente pouca, pouca e seca.
Apesar disso, sábios, estudiosos do arco-íris e de coisas transparentes, afirmam que as asas dos homens crescem mesmo depois de cortadas, e, novamente cortadas de novo voltam a ser.
Aceitemos essa hipótese, apesar de não termos dela qualquer confirmação prática.
Por hoje é tudo. Abram as janelas. Podem sair.
José Fanha, 1985, Cartas de Marear
Há tempos atrás na peça "Ecos" Mónica Mendes, como pássaro verde , então aluna do clube de teatro disse este poema. É bom lembrá-lo sempre : o momento e as palavras
quarta-feira, 21 de março de 2012
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