domingo, 24 de julho de 2011

horizonte a ocidente





De súbito
como do alto do estio
nós estamos no aqui.

Cada coisa que vemos é feliz
e nós somos o seu silêncio
ou o seu nome.

O clamor tornou-se voz
e o silêncio claro
equivalente a um fundo azul liso.

Luz lúcida
excepcional
sobre as errantes raízes
lenta portadora de uma água visível.

António Ramos Rosa

sexta-feira, 22 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Alimentar a alma

Pois como diz a Celeste, "vamos alimentar a alma, que bem precisa". Obrigado amiga pela ideia!
Hoje ao almoço, falámos em todos os que nos deixaram este ano, falámos bem descansa. Mas não é que tenho saudades tuas...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Maria João Pires



Ouvi-la e recordar breves instantes de uma infância já distante no tempo , mas não na recordação de uma brincadeira de crianças, em que se trocaram, algumas confidências: eram duras naquele tempo as lições e treinos de piano. Abençoados, porque te podemos ouvir agora tocar. Mas estranho... esta terra não te mereceu.