segunda-feira, 25 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
horizonte a ocidente

De súbito
como do alto do estio
nós estamos no aqui.
Cada coisa que vemos é feliz
e nós somos o seu silêncio
ou o seu nome.
O clamor tornou-se voz
e o silêncio claro
equivalente a um fundo azul liso.
Luz lúcida
excepcional
sobre as errantes raízes
lenta portadora de uma água visível.
António Ramos Rosa
como do alto do estio
nós estamos no aqui.
Cada coisa que vemos é feliz
e nós somos o seu silêncio
ou o seu nome.
O clamor tornou-se voz
e o silêncio claro
equivalente a um fundo azul liso.
Luz lúcida
excepcional
sobre as errantes raízes
lenta portadora de uma água visível.
António Ramos Rosa
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Calder
Sheet metal and paint
Un effet du japonais
Red petals
Portrait of the artist as the young man
Performing seal 1950
Little tinkle1948
Constellation with two pinsquarta-feira, 20 de julho de 2011
Alimentar a alma
Pois como diz a Celeste, "vamos alimentar a alma, que bem precisa". Obrigado amiga pela ideia!
Hoje ao almoço, falámos em todos os que nos deixaram este ano, falámos bem descansa. Mas não é que tenho saudades tuas...
Hoje ao almoço, falámos em todos os que nos deixaram este ano, falámos bem descansa. Mas não é que tenho saudades tuas...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Maria João Pires
Ouvi-la e recordar breves instantes de uma infância já distante no tempo , mas não na recordação de uma brincadeira de crianças, em que se trocaram, algumas confidências: eram duras naquele tempo as lições e treinos de piano. Abençoados, porque te podemos ouvir agora tocar. Mas estranho... esta terra não te mereceu.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

