quinta-feira, 2 de setembro de 2010

EMA


Ema, aluna que frequentou o Clube de Teatro há uns anos atrás.
De uma profunda sensibilidade ela foi responsável e criativa quando interpretou as personagens que lhe foram atribuídas.
Começou por uma personagem de uma suposta funcionária de escola que tenta fugir ao trabalho monótono do dia a dia, dançando e sonhando com um Faraó que a poderia levar para tempos de riqueza e fantasia. Mais tarde, vestindo a pele de um papagaio muito falador, foi narradora de um conto de Luísa Ducla Soares “As galinhas faladoras”.
Uma doce rainha a esperava para por à prova os seus movimentos seguros e delicados na peça “A Adivinha do Rei” baseada num conto tradicional português numa recolha de Teófilo Braga. Mariana foi a personagem que nos obrigou a pensar no problema do príncipe triste da peça “Sorrisos”. Leu com uma voz suave o poema “Pelo Sonho é que vamos” de Sebastião da Gama na peça “ECOS”.
Ainda nos enterneceu quando vestiu um hábito de monge franciscano e na peça “O Cavaleiro da Dinamarca” de Sophia de Mello Breyner , preparou um unguento feito com Aloé Vera, para tratar o cavaleiro doente.
Quero lembrar aqui que foram bons os momentos que a Ema nos deu. Desejo-te Ema que o teu curso de Ciências corra da melhor forma e que continues a fazer felizes os que contigo lidam. Arlete Sítima

Ainda ANGUS & JULIA STONE

vejam o vídeo de Angus & Julia Stone-Just a boy

quinta-feira, 19 de agosto de 2010


QUANDO OLHO O CÉU…SOU FELIZ…

…Porque tenho consciência da minha pequenez e da minha grandeza. Dou conta da verdade que sou, complexa e misteriosa. Se por vezes ando perdida de mim ou tenho o desejo de me encontrar, o único momento verdadeiro é este, é o que sou agora, sem saber quem sou, nunca estou perdida porque sempre estou presente.
As fantasias acerca de quem sou, são minhas, mas não sou «EU».
O pensar como penso, não me dá razão, pode ser o ponto de partida para uma boa discussão, ou não, conforme o nível de capacidade de aceitação que temos pelo outro. Defendemos tão obsessivamente o que julgamos ser o correcto que perdemos de vista que esse é só o nosso ponto de vista. Em vez de nos enriquecermos por não pensarmos todos do mesmo modo, queremos que todos pensem como nós. Mas a força da razão fala mais alto, o que aparentemente ganha, afinal já perdeu a oportunidade de dar razão ao outro.
Normalmente não me ocupo durante muito tempo com quem não quer ser feliz, talvez é a minha forma de passar a mensagem de que vale a pena tentar. Há uma reserva de heroísmo em todos os seres humanos que os faz ultrapassar as suas fragilidades porque o nosso limite é o infinito. O turbilhão da vida é uma constante combinação de hipóteses. O nosso equilíbrio passa por relações estáveis com a família, os amigos e as pessoas em geral. Os nossos sentimentos, como o amor são as forças anímicas que nos sustentam e dão suporte. Sem emoções éramos autómatos. Afinal os átomos de que somos feitos vieram das estrelas…….
Ilda Martins